terça-feira, 14 de janeiro de 2014

4 conselhos práticos


UMA VEZ POR DIA
   Separem um tempo para os toques
   Descubram coisas que os façam rir


UMA VEZ POR SEMANA
   Façam alguma atividade que os aproxime
   Levantem a auto-estima um do outro


UMA VEZ POR MES
   Livrem-se dos resíduos nocivos 
   Acendam o fogo da paixão no quarto


UMA VEZ POR ANO
   Revisem os seus dez pontos altos
   Estabeleçam metas para o próximo ano

Retirados do site: www.amofamilia.com.br 

Casamentos são construídos momento a momento

Em What Did You Expect?, Paul Tripp lembra aos leitores de que a reconciliação em um casamento é um estilo de vida, não apenas uma resposta quando as coisas vão mal:

Se você é um pecador casado a um pecador, então é muito perigoso permitir-se um descanso enquanto casal. Vocês simplesmente não viverão um dia juntos sem que algum ato de falta de consideração, interesse próprio, raiva, arrogância, autojustificação, amargura ou deslealdade surja em sua torpe cabeça. Frequentemente será benigno e brando, mas ainda estará lá.

Se vocês desejam ter um casamento que vive em unidade, compreensão e amor, precisam ter uma abordagem "pequenos momentos" em seu casamento. Deus esboçou para nós uma vida que não caminha de momentos grandes e definidores para momentos grandes e definidores. Provavelmente, vocês se lembrarão de duas ou três situações que mudaram suas vidas, e que vocês tenham passado juntos. Todos os dias, deitamos pequenos tijolos na fundação do que nossa vida será. Os tijolos das palavras, das ações, das pequenas decisões, dos pequenos pensamentos e desejos menores - todos trabalham juntos para formar o edifício funcional que é o casamento.

Portanto, você deve ver a si mesmo como um pedreiro matrimonial. Você está diariamente na tarefa de adicionar outra camada de tijolos, que determinará a forma de seu casamento nos dias, semanas e anos porvir. As coisas em um casamento vão mal progressivamente. As coisas tornam-se doces e belas progressivamente. O problema é que simplesmente não prestamos atenção e, por isso, nos permitimos a pensar, desejar, dizer e fazer coisas que não deveríamos.

Aqui estão algumas questões úteis para se considerar:

Você luta pelo seu jeito nas pequenas coisas ou vê isso como uma oportunidade para servir?

Você se permite ir para cama irritado depois de pequenas discordâncias?

Você sai para trabalhar dia após dia sem um momento de carinho?

Você se permite fazer pequenas coisas rudes, que você nunca teria feito no namoro?

Você ainda pede perdão nos pequenos momentos de erro?

Você reclama de como o outro faz coisas menores, quando isso realmente não faz alguma diferença?

Você toma decisões sem consulta?

Você investe em uma amizade íntima no seu casamento?

Você reclama das fraquezas do outro? Ou você as vê como uma oportunidade de encorajar?


Você procura pequenas oportunidades para expressar amor?

Você mantém um registro de erros?

Você regularmente expressa apreciação e respeito?

Você guarda pequenas feridas que antigamente vocês teriam discutido?

Você transforma pequenos pedidos em exigências regulares?

Vocês podem ter um bom casamento, mas precisam entender que um bom casamento não é um dom 
misterioso. Não, pelo contrário, é um conjunto de compromissos que é forjado em um estilo de vida momento-a-momento.

Retirado do site www.amofamilia.com.br 

terça-feira, 14 de junho de 2011

Uma paráfrase da Bíblia sobre a criação da mulher

Escrito por Ultimato
Qui, 27 de Janeiro de 2011 17:44

Havia intervalos entre um ato criador e outro. Antes de continuar, de se ocupar do ato seguinte, Deus dava uma olhada no ato anterior para ver se tudo estava saindo a contento. E ele ficava satisfeito com tudo o que fazia. Ao final, quando estava tudo pronto, bonito e funcionando, “Deus viu que tudo o que havia feito era muito bom” (Gn 1.31, NTLH). Então, ele descansou.
Acontece que, quando viu o homem andando para lá e para cá no Jardim do Éden, Deus constatou: “Não é bom que o homem viva sozinho. Vou fazer para ele alguém que o ajude como se fosse a sua outra metade” (Gn 2.18, NTLH). Então, Deus saiu à procura desse alguém. Caminhou pelo campo, subiu as montanhas, entrou na floresta, aproximou-se da praia, olhou para o céu, olhou para o chão, e nada. Nenhum dos animais que ele havia criado antes do homem, nem os domésticos nem os selvagens, muito menos os que se arrastavam pelo chão, poderia ser elevado à honrosa posição de completar o homem.
Então Deus teve uma ideia genial: “Fez com que o homem caísse num sono profundo e, enquanto ele dormia, tirou uma das suas costelas e fechou a carne naquele lugar” (Gn 2.21). E começou a trabalhar com essa única peça para fazer dela o que pretendia. Deus não queria fazer outro homem para viver na companhia do primeiro. Ele achou melhor fazer alguém parecido com o homem, mas não igual a ele. Talvez alguém mais gracioso, com algumas curvas a mais, com dois seios, sem bigode e sem barba, com movimentos menos bruscos e mais delicados, de tal maneira que esse alguém tivesse interesse e desejo pelo homem e que despertasse nele os mesmos sentimentos. Seria formidável, pois manteria os dois juntos, um na dependência do outro.
E Deus foi além. Já que o homem tinha próstata, Deus pôs nesse alguém que ele estava formando um ovário. Já que o primeiro produzia espermatozoides, por que o segundo não poderia produzir óvulos? Para tornar possível o encontro do espermatozoide com o óvulo, Deus fez uma genitália para o homem e outra para aquela pessoa em formação. Assim, além do prazer proporcionado pela união sexual, eles poderiam se reproduzir por conta própria e ficar menos sozinhos. Poderiam até encher a terra, se fosse o caso. Espaço, beleza, água e comida era o que não faltava.
Quando a outra metade do homem estava pronta e bela, Deus a levou ao homem. Ele achou por bem chamá-la “mulher” (por ter saído dele) e exclamou: “Esta é a carne da minha carne e osso dos meus ossos” (Gn 2.23). (Homem em hebraico é “ish”, mulher é “ishah” -- duas letras a mais.) Então houve uma grande festa, pois o momento celebrava o primeiro casamento da história.
Publicado na Revista Ultimato (edição 325)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

COMUNICAÇÂO - PARTE VITAL EM UM CASAMENTO SAUDAVEL E FELIZ

Escrito por Eliseu Schmidt   
Seg, 06 de Setembro de 2010 11:15
Algumas coisas são vitais para que um casamento seja um sucesso. A seguir listo aquelas que considero indispensáveis:

Deus
Falar em casamento sem Deus é falar de fracasso. Afinal, como podemos medir sucesso ou fracasso num relacionamento de duas pessoas? Pela quantidade de bens listados na minha Declaração de Bens entregue anualmente à Receita Federal? Pelo tamanho da minha casa? Pelo carro novo ou velho, grande ou pequeno? Nada disso. Sucesso é poder dizer "eu e minha casa servimos ao Senhor".

O entendimento do que é um casamento
Já abordamos o que é casamento aqui no site. E se eu não souber o que é um casamento, dificilmente vou conseguir acertar o alvo, saber que direção tomar, o que fazer.

A definição dos papéis
Em qualquer área da nossa vida desempenhamos papéis bem definidos. No trabalho, no relacionamento com amigos, na família. O que se espera de cada um no casamento é fundamental. Qual é o papel do homem? Qual é o papel da mulher?

Perdão
Falar de casamento e não falar de perdão é perda de tempo. Falar de perdão é falar da graça, da capacidade de oferecer ao outro e a si mesmo "liberdade".

Amor
Sem amor nada acontece. Amor não é um sentimento qualquer. Não é como paixão, que me controla (ou descontrola) através de alterações químicas no meu organismo. Amor é verbo, é ação, é algo que eu decido fazer. Portanto amar é uma escolha.

Uma boa comunicação
Mas mesmo eu sabendo o que é um casamento, mesmo tendo os papéis definidos, se não houver uma boa comunicação, a chance de fracassarmos é muito grande. Apesar de toda tecnologia atual, como computadores, celulares, internet, etc, vemos que somos capazes de nos comunicar com nossos semelhantes do outro lado do planeta, mas não conseguimos nos comunicar com nosso cônjuge!
Existem várias diferenças entre um casal feliz e um casal infeliz. No entanto essas diferenças se baseiam no fato do casal saber ou conseguir se comunicar ou não. Um texto que sempre me faz pensar a respeito da minha postura nessa área está em Provérbios 18:21 "Nossas palavras tem poder para construir ou destruir nossa vida. Quem usa bem suas palavras receberá benefícios em troca". E como podemos então definir comunicação?
Definição
Comunicação é o intercâmbio constante de pensamentos, sentimentos, ideias, sonhos, preocupações, planos, alvos e realizações, visando um entendimento entre as pessoas.
O grifo na frase anterior é fundamental... constante! Não algo para ser realizado uma vez ao ano, no natal ou no aniversário de alguém. Nem simplesmente naqueles dias quando as coisas vão mal e eu não consigo pagar alguma conta, e então tento descobrir ou achar um culpado (que nunca sou eu, evidentemente)!
Além disso, pensamentos, sentimentos, ideias, sonhos, não são coisas para serem compartilhados com qualquer um! É algo especial, e merece alguém especial para ouvir. Deve ser com seu cônjuge.
Comunicação também pode ser definido como o processo verbal ou não verbal de transmitir uma informação a outra pessoa de maneira que ela entenda o que está sendo dito (ou comunicado).
Não são somente palavras. São gestos, atitudes.
Comunicação é uma arte, e é uma arte que precisa ser aprendida. Gastamos a vida inteira para aprender a ser eficientes nessa arte.
Por que é importante uma boa comunicação?Em Amós 3:3 diz "Duas pessoas andarão juntas se não estiverem de acordo?". O texto não fala simplesmente de andarem fisicamente lado a lado, mas de terem objetivos comuns. E para que haja acordo e duas pessoas possam "andar" juntas, é preciso uma comunicação adequada.
Como pode um problema ser solucionado sem a comunicação? Como pode um objetivo ser atingido pelo casal sem comunicação? Como pode um casal dar educação adequada a seus filhos sem comunicar-se?

sábado, 6 de novembro de 2010

ANTES QUE SEU FILHO CHEGUE ÀS DROGAS

Antes que seu filho chegue às drogas, estabeleça regras familiares, criando um ambiente equilibrado de direitos e deveres.

     Já é do domínio público a idéia que nenhuma criança pode viver ao sabor de seus próprios desejos e únicos impulsos. É preciso orientá-la no que deve e no que não pode fazer. Dar-lhe o que é preciso na hora certa, negar-lhe o que quer e não é de direito, nem ocasião oportuna, estabelecendo assim, limites para suas ações.
     No decálogo sobre COMO CRIAR UM DELINQUENTE temos algumas sugestões muito precisas e interessantes de como NÃO agir se queremos filhos bem educados e competentes para enfrentar a vida com realismo e serenidade.
     Diz o decálogo:

1. Comece na infância dar ao seu filho tudo o que ele quiser. Assim, quando crescer, ele acreditará que o mundo tem obrigação de lhe dar tudo o que desejar;
 2. Quando seu filho disser nomes feios, ache graça, isso o fará considerar-se interessante;
3. Nunca lhe dê qualquer orientação religiosa. Espere que ele chegue aos 21 anos e “decida por si mesmo”;
4. Apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas;
5. Discuta com freqüência em sua presença. Assim ele não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde;
6. Dê-lhe todo o dinheiro que quiser. Nunca o deixe passar pelas mesmas dificuldades que você passou;
7. Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto. Negar pode acarretar frustrações prejudiciais;
8. Tome partido dele contra vizinhos, professores, policiais. (todos têm má vontade para com o seu filho);
9. Quando ele se meter em alguma encrenca séria, dê essa desculpa: “Nunca consegui dominá-lo”;
10. Prepare-se para uma vida de desgosto. É seu merecido destino.

     Como estabelecer o equilíbrio entre o amor permissivo e o dever disciplinador que educa na correção adequada?
     Precisamos começar a dizer não aos imediatismos. Atitudes nossas que só respondem ao momento, ao imediato. É necessário levar em conta que estamos edificando vidas que se firmarão ou não por toda a existência. O que fazemos agora refletirá não somente em nossos filhos, mas em muitas gerações futuras. É preciso agir no momento, mas pensando no que virá depois, e depois, e depois... O futuro se constrói com as ações básicas do hoje.
     Por enquanto que nosso filho é nossa responsabilidade, necessário se faz, procurar acercarmo-nos do que melhor existe em matéria de disciplina e educação. Mantenha-se desarmado quanto ao seu filho, não dando a entender que está sempre prevenido e tendencioso em referência  às suas atitudes. Não inspire desconfiança ou terror da parte dele.
     Quando for preciso resolver alguma questão, mantenha-se calmo, porém, seguro daquilo que acredita ser o melhor para ele. Quem precisa gritar para ser ouvido e obedecido é sinal que há muito não tem mais a autoridade da qual precisa fazer uso naquele momento.
     Aja firme e com serenidade.
     Seja franco sem ser rude.
     Seja calmo sem ser irônico.
     Nunca responda uma pergunta com outra pergunta. Isso irrita demais e dá um falso ar de superioridade.
     Procure manter a confiança dele em alta a seu respeito. Filhos procuram a rua quando, em casa, seus pais já não representam  mais nada para eles e seus problemas.
     Não se precipite respondendo uma série de perguntas que ele ainda não fez. E as que ele fizer, não responda com chavões populares ou do tipo censo comum. Não responda mais do que o necessário e ao nível de sua compreensão. Deixe-o com um gostinho de quero mais.
     Nunca prometa algo que não esteja realmente disposto a cumprir. Não deixe um ar de quem está fugindo da questão ou se irritando com a conversa.
     Quando prometer, simplesmente, cumpra!
     É importante ter em mente que nossos filhos são pessoas humanas cheias de virtudes, sonhos, contradições. Pessoas que guardam em si o direito de terem  suas próprias vidas e opiniões, só que muitas vezes, por mais boa vontade  quem tenham, desconhecem  as respostas que precisam para atingirem de fato seus objetivos e verem seus desejos concretizados.
     Alguém tem que estar disposto a orientá-los. Não deixe que isso ocorra na rua.
     Não despreze nenhuma de suas questões, como não superestime suas qualidades, exigindo deles o que você não conseguiu. E, se conseguiu, deixe-os viver sua própria vida. Não espere que ele só acerte. Dê-lhe o direito de cometer os seus próprios erros. Erros também são conhecimento. Porém, fique por perto, caso ele precise de ajuda.
     Esteja sempre pronto e animado para recomeçar. Faça do seu lar um lugar gostoso de viver. Faça suas exigências como quem pede um favor.
     Peça a Deus que o ajude a tomar a decisão certa. Que seus filhos tenham saudade quando estiverem longe de casa. Nossa casa é o nosso melhor e maior patrimônio. Preserve-a para si e toda a sua família.

Reverendo Manoel Perez Sobrinho
Colaborador do Blog Brasil com Jesus